Como encontrar sua paixão e propósito

Nesse livro de Simon Sinek, ele mostra a importância do porquê, como um fato extremamente motivador para si e inspirador para os outros. Nada melhor que carregar esse conceito para sua carreira, certo? Descobrir o seu propósito exige conexão consigo mesmo e principalmente com as evidências que aparecem na sua história. Pense nos detalhes e use-os como guia para encontrar seu propósito: “O que você está fazendo? Quem está ao seu lado?”. 4. NÃO CONFUNDA PROPÓSITO COM PAIXÃO. Embora seu propósito e sua paixão possam ser iguais, nem sempre isso acontece. “Tenha cuidado com a palavra ‘paixão’”, alerta a Dra. Yogev. Mas é claro que já criaram um método para te ajudar nisso e basta clicar aqui para baixar sua folhinha que eu já vou explicar. 5 Passos para encontrar sua paixão mais rentável: Para encontrar seu IKGAI você precisa responder a quatro perguntas simples (não que as respostas sejam tão simples assim…). Fadiga de decisão. Paralisia por análise. Síndrome de burnout. São diferentes nomes para explicar o sofrimento de tomada de decisões do dia a dia. E esse sofrimento é ainda pior quando a decisão é sobre algo tão importante como decidir o que fazer da vida, descobrir qual é a nossa paixão, encontrar o nosso propósito. Se você quiser ser satisfeito, feliz, contente e experimentar a paz interior e a realização definitiva, é fundamental que aprenda a encontrar sua paixão e propósito de vida.. Sem um propósito de vida como bússola para guiá-lo, seus objetivos e planos de ação podem não te satisfazer. Agora vamos ver 7 passos para você encontrar o seu propósito e colocar muito mais sentido e felicidade à sua vida. Passo 1. Seja claro sobre por que você quer encontrar o seu propósito. Faça uma lista de todas as razões de por que você se sente compelido a encontrar o seu propósito na vida. Isto lhe dará um bom ponto de partida, e ... Do gosto ao propósito, da paixão à realização. Ainda com relação as duas questões, pense sobre isso: perguntar o que se gosta de fazer é absurdamente vago. Pode incluir sua profissão, como também aquilo destinado ao lazer e hobby. Não apenas isso: gostos são temporários e mudam. Agora quando a questão é o propósito, tudo muda. Tempo de leitura: 11 minutos Aprender como encontrar sua paixão e viver seu propósito de vida, deveria ser para nos seres humanos uma prioridade, nos deveríamos somente fazer aquilo que gostamos em fato todos nos deveríamos somente fazer aquilo que realmente gostamos…. Como a sua vida seria se fizesse o que GOSTASSE? Ninguém esta destinado a ser infeliz e viver com sentimentos de medo ... Confira como encontrar ... empreendacomproposito.com.br Faça este Teste de Aptidão Profissional e descubra seu dom Faça o teste de aptidão profissional agora mesmo e descubra rapidamente quais as melhores áreas de atuação pra você! www.guiadacarreira.com.br Propósito, paixão e significado Saiba como reencontrar seu significado maior e como seu propósito está ligado as suas paixões e como você as compartilha com o mundo. ... Aprenda como encontrar a sua paixão e criar um propósito com mais significado capaz de dar um novo direcionamento a sua vida. 9min Mostrando 8 de 29.

Uma Aliança de Gigantes e Reis

2020.08.28 21:59 HoBaLoy Uma Aliança de Gigantes e Reis

Esta é uma teoria de Cantuse, originalmente postada neste link: https://cantuse.wordpress.com/2014/09/30/giants-and-kings/
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O MANIFESTO : VOLUME II, CAPÍTULO II

O final de A Dança dos Dragões e especialmente os capítulos de amostra de Os Ventos do Inverno deixam claro que Mance Rayder e Mors Umber agiram em conjunto para resgatar com sucesso Arya Stark.
Há apenas um problema com isso: segundo todos os relatos, Mance Rayder e Mors Umber deveriam ser inimigos ferrenhos!
Mors queria o crânio de Mance para usar como caneca, e sua única filha foi raptada por selvagens há cerca de trinta anos.
Então, por que eles estão claramente trabalhando juntos em A Dança dos Dragões?
Explicar a complexa relação entre Mance Rayder e Mors Umber é o objetivo principal deste ensaio. Enfaticamente, estou fazendo as seguintes afirmações.
Mance Rayder e Mors Papa-Corvos estavam trabalhando juntos para executar a tentativa de resgate.
Esta aliança foi possível com o retorno da filha perdida de Mors.

DISPOSTO A NEGOCIAR

No início de A Dança dos Dragões, Stannis preside um conselho de guerra final antes de partir de Castelo Negro. Nesta sessão, Stannis se comporta de uma maneira um tanto incomum.

Um participante desnecessário

De fato, a primeira ação de Stannis naquele conselho foi dar Camisa de Chocalho a Jon como um selvagem para uso próprio de Jon. O que é estranho nessa declaração é que Stannis então permite que o selvagem permaneça presente, apesar da clara implicação de que Camisa de Chocalho não tinha qualquer utilidade em sua campanha.
Normalmente Stannis dispensa seu conselho quando deseja falar em particular: ele não permite a presença daqueles que considera desnecessários. Suas conversas privadas com Davos e Jon Snow ilustram o quanto Stannis esconde suas estratégias, às vezes até de seu próprio conselho. Portanto, parece estranho que Stannis permitiria a presença de uma testemunha ociosa.
Ensaios anteriores deste Mannifesto, particularmente Operating in the Dark, mostram que Stannis sabe sobre a sobrevivência de Mance e conspirou ativamente com Melisandre e Mance Rayder. Eles destacam ainda que Stannis intencionalmente colocou Camisa de Chocalho à disposição de Jon, para uso posterior como seu agente dentro de Winterfell.
Visto que a missão secreta de Mance é de suma importância, acredito que Stannis permitiu que “Camisa de Chocalho” permanecesse presente para que Mance pudesse adquirir qualquer conhecimento que o ajudasse em sua missão de resgate.
Então, o que Mance aprendeu neste conselho?
Especificamente: o que Mance aprendeu que o ajudaria a resgatar Arya Stark com sucesso?
Entre outros insights, Mance aprendeu o seguinte:

· Mors “Papa-Corvos” Umber quer a cabeça de Mance como caneca, e vingança por um saque de selvagens.

· Mors quer perdão por seu irmão Hother Umber, que se aliou aos Boltons.

· A única razão pela qual Hother se juntou a Bolton foi porque Grande Jon está em cativeiro.

Esses fatores indicam que os Umbers estão muito interessados em manter Grande Jon vivo, apesar de odiarem os Boltons. Indica a disposição deles de violarem seus princípios quando é importante para um objetivo mais importante.
Isso significa que os Umbers estão abertos à negociação, desde que oferecidos os incentivos adequados.
Além disso, significa que Mors pode ser facilmente persuadido a se juntar a Stannis, e que Hother provavelmente também se juntará. A única condição é que, sejam quais forem as ações realizadas, elas não devem expor os Umbers e, assim, ameaçar a vida do Grande Jon.

· A filha de Mors Umber foi sequestrada por selvagens há trinta anos.

Considerando-se a observação de que os Umbers estão dispostos a se comprometerem e negociarem quando necessário, a informação sobre a filha desaparecida de Mors torna-se um recurso valioso para o estabelecimento de um acordo com Mors Umber.
[...]

FILHA DE UM GIGANTE

[...]
A revelação dessa flexibilidade é fundamental. Isso leva a um paradoxo crucial e a uma dedução poderosa:
- Mors Papa-Corvos odeia Mance Rayder.
- No entanto, A Dança dos Dragões e Os Ventos do Inverno mostram um claro conluio entre Mors Papa-Corvos e Mance Rayder (também conhecido como Abel).
- Por que Mors seria conivente com um inimigo capital como Mance / Abel?
- Ou Mors não sabe a verdadeira identidade de Abel, ou ele estava disposto a se envolver com Mance.
- O que obrigaria Mors a se envolver e trabalhar com Mance Rayder?
- O retorno de sua filha.
Este ponto final é confirmado por meio de inferências. Sabemos inequivocamente que Mors e Mance trabalharam juntos. Sabemos que essas ações foram feitas com a intenção deliberada de beneficiar a campanha de Stannis. O que nos resta é o mistério: por quê?
Nós sabemos o início e o fim desta subtrama: no início Mance soube da filha desaparecida e da flexibilidade de Umber, e no final Mors e Mance estavam trabalhando juntos. O que falta é o meio, como foi negociada a cooperação entre Umber e Rayder.
Felizmente, agora podemos recorrer a algumas deduções confiáveis para encontrar nossas respostas.

Uma Barganha Infalível

Apenas o retorno da filha fornece uma explicação convincente para a paz entre Mors e Mance.
Não podemos presumir que Mance apareceu e simplesmente anunciou seu verdadeiro nome e esperava negociar a cooperação dos Umber apenas com base em boa fé. Como Mors parece ter uma ahostilidade intensa em relação a Mance, seria uma opção terrivelmente arriscada para Mance ou Stannis.
NOTA: Mance pode ter sido capaz de convencer Mors apenas com base no resgate de Arya, mas como você verá, este é um motivo muito menos convincente por si só.
Além disso, Mance não poderia aparecer como Abel e simplesmente esperar que Mors acreditasse na palavra de um selvagem qualquer de que ele poderia se infiltrar em Winterfell e raptar Arya Stark. É inverossímisil.
Quando invalidamos as proposições de Mance negociar puramente com base na boa fé ou Mance negociar disfarçado como Abel devemos olhar para outras explicações .
A única alternativa razoável é que Mance anunciou sua verdadeira identidade e explicou sua missão em Winterfell. Para evitar a represália de Mors pelas transgressões passadas dos selvagens e barganhar a ajuda de Mors, ele devolveria a filha perdida de Papa-Corvos.
Esta última opção parece ser o único método em que Stannis e Mance colocariam qualquer fé real: especificamente porque estariam apresentando a Mors uma indicação valiosa do envolvimento de Stannis e Mance.
E, afinal, se você quer sequestrar a filha de um lorde do norte, quem é melhor do que um selvagem? Mors sabe disso em primeira mão! Se Mance quisesse relembrar Papa-Corvos da habilidade selvagem para raptar filhas, o retorno de Rowan é uma evidência inegável.
NOTA: Estou bem ciente de que Mance não sequestrou Rowan, a cronologia torna isso impossível (ou extremamente improvável). Dito isso, seu retorno certamente demonstra familiaridade com raptos. Além disso, isso lembrará Mors de que os selvagens são famosos por roubar filhas: uma qualidade ideal neste caso.
Ao devolver a filha desaparecida a Umber, ele mostra ainda que os selvagens não causam danos indevidos a essas filhas "roubadas".
O raciocínio usado para chegar a essa conclusão parece bem alinhado, mas a razão por si só pode muitas vezes parecer insuficiente para convencer os leitores.
Felizmente, temos mais do que apenas raciocínio: temos uma candidata ideal para a filha de Mors também.

Uma filha e uma esposa de lança

Entre as seis esposas de lança que se juntam a Mance-Abel em Winterfell, há uma em particular que merece um estudo mais aprofundado: Rowan .
Colocando de forma clara: Rowan, a esposa de lanças, é na verdade Rowan Umber, a filha perdida de Mors “Papa-Corvos” Umber.
A principal razão para essa conclusão está enraizada em seus maneirismos, singulares entre as esposas de lança e entre os selvagens em geral.
Rowan tem um respeito muito distinto pelos Stark, diferente de qualquer selvagem visto até agora:
Mesmo a lama estava congelando nas bordas, Theon viu.
– O inverno está chegando...
Rowan lhe deu um olhar duro.
– Você não tem o direito de pronunciar as palavras de Lorde Eddard. Não você. Nunca. Depois do que fez…
(ADWD, Theon)
Para uma cultura que despreza os “ajoelhados” e o que eles representam, a ideia de uma selvagem que tem grande estima pelos Stark é muito rara. Mas ela vai além: ela chama Eddard de lorde, mostra grande respeito pelo legado de Eddard e conhece as palavras Stark.
Essas características sugerem que Rowan tem uma paixão pela honra dos Stark, bem como pela hierarquia política no norte. Esses atributos não surgiriam espontaneamente em uma selvagem, eles só se desenvolveriam em uma pessoa que realmente viveu ao sul da Muralha por algum tempo. Seu respeito apaixonado pelo personagem de Eddard em particular é indicativo de alguém que veio a conhecer o falecido lorde por reputação ou por interação direta.
O conhecimento de Rowan das palavras Stark mostra que ela tem pelo menos uma educação passageira dos símbolos e das palavras das Casas do norte. Isso sugere pelo menos alguma educação formal, provavelmente durante a infância em uma casa nobre.
Rowan ainda dá um grande passo adiante em seu respeito pelos costumes de Westerosi: ela chama Stannis por seu título de Rei!
– A neve nos esconderá. Você é surdo? Bolton está enviando suas espadas. Temos que alcançar [Rei] Stannis antes que eles o façam.
(ADWD, Theon – A tradução brasileira esqueceu do “rei”)
Ela parece genuinamente conceder a Stannis seu tratamento de rei. Os selvagens nunca usaram essas formas de tratamento para se referir aos reis:
– Vossa Graça? – o rei sorriu. – Isso não é tratamento que se ouça com frequência vindo dos lábios do povo livre. Para a maioria sou Mance. O Mance para
alguns. Aceita umcorno de hidromel?
(ASOS, Jon I)
Resumindo rapidamente esta seção:

  1. Sabemos com certeza que Mors e Mance estavam trabalhando juntos, que algum tipo de aliança foi negociada.
  2. A maneira mais convincente de Mance garantir essa aliança foi através do retorno da filha perdida de Mors.
  3. O comportamento atípico de Rowan mostra que ela provavelmente foi criada ao sul da Muralha e se juntou aos selvagens em algum momento de sua vida.
  4. Seu conhecimento das palavras Stark sugere uma educação formal, tipicamente associada à nobreza ou outras famílias de classe alta.
Sabendo que Mors é o único senhor mencionado como tendo uma filha desaparecida, Rowan é, portanto, a única resposta viável.
Argumentar que não parece ignorar a preponderância de evidências sugerindo o contrário. Pareceria um desvio para refutar o que é quase irrefutavelmente a verdade.

O SOM DE STANNIS

Em A Dança dos Dragões, berrantes e tambores começam a soar fora de Winterfell durante uma nevasca colossal. Os homens enfurnados em Winterfell acreditam que esses ruídos anunciam a chegada de Stannis, nós, leitores, sabemos que os sons são, na verdade, de Mors Papa-Corvos e seu bando de garotos verdes.

Onde estão as trombetas?

A natureza desses sons esconde uma interessante parcela de evidência que ainda indica haver uma conspiração entre Mance e Mors. É pequena, mas incrivelmente incriminadora.
Quando o céu começou a clarear, o som dos tambores já sumira, embora os berrantes de guerra tivessem sido ouvidos.
(ADWD, Theon)
– Lorde Stannis está do lado de fora das muralhas, e não muito longe, pelo que parece. Tudo o que precisamos fazer é chegar até ele. – Os dedos de Abel dançavam pelas cordas de seu alaúde.
(ADWD, Theon)
Então Stannis está aparentemente fora das muralhas do castelo, soprando berrantes de guerra e tocando tambores. Pelo menos de acordo com Mance. No entanto, isso é um absurdo completo:
Soavam trombetas por todo lado, sonoras e metálicas. Os selvagens não têm trombetas, têm apenas berrantes de guerra.
(ASOS, Jon X)
Alguém pensaria que Mance se lembraria do som das trombetas como o verdadeiro sinal da presença de Stannis. Afinal, a maior batalha –e maior derrota contundente– de toda a sua vida foi anunciada por trombetas.
Mance mentiu claramente para Theon sobre Stannis estar fora de Winterfell. Mance sabe que Stannis não está fora das muralhas, mas ainda pretende enviar Theon e Arya para a fonte do ruído: algo que Mance dificilmente faria, a menos que ele soubesse a verdadeira identidade daqueles lá fora.
Essa conclusão também mostra que Mance não quer que Theon saiba a verdade sobre Mors, ou o propósito dos sons.
O que então significam os sons? São uma guerra puramente psicológica ou algo mais?

UM SINAL MUSICAL

A ocorrência dos chifres de guerra e tambores fora de Winterfell está curiosamente alinhada com vários acontecimentos. Existem vários eventos interessantes que acontecem pouco antes ou depois que a música começa a tocar:
Antes de a música começar
· Assassinatos ocorrem diariamente.
· Theon encontra o “homem encapuzado”.
· Theon é interrogado por Roose Bolton, Barbrey Dustin, Roger Ryswell e Aenys Frey.
Depois que a música começa
· Theon é capturado pelas esposas de lança, trazido para Abel / Mance.
· Não há mais assassinatos. NOTA: A morte do pequeno Walder não conta, sob a evidência de que ele não foi morto pelos mesmos assassinos das mortes anteriores.
· A música para na madrugada do dia seguinte com três toques distintos de berrantes de guerra.
· Mance Rayder e as esposas planejam realizar sua tentativa de resgate naquele dia.
Os berrantes e a bateria são de Mors. Como você pode ver, uma grande quantidade de ação acontece quando eles começam a soprar. Tudo isso está associado à missão de resgate de Mance.
Parece claro que os berrantes de guerra sinalizaram a Mance e às esposas de lança para realizar a tentativa de resgate. Não parece um meio de dizer a Mance “Estou pronto! Estou em posição de receber Arya”?

Uma pausa nos assassinatos

Há ampla evidência em A Dança dos Dragões de que a maioria dos assassinatos em Winterfell foram causados pelas esposas de lança.
Por que eles estão acontecendo? Por que eles pararam?
Embora o texto não deixe claro, parece mais provável que os assassinatos tivessem o objetivo de semear a discórdia entre os vários senhores de Winterfell. O maior exemplo dessa turbulência é a animosidade fervente entre Freys e Manderlys. As mortes estão fazendo os ânimos se incediarem.
As esposas também estavam matando em rápida sucessão, corpos eram encontrados de manhã e à noite. No entanto, nenhum corpo foi encontrado na manhã da tentativa de resgate, a manhã em que os berrantes de guerra estão soando. Parece que as esposas de lança mudaram repentinamente de curso, os berrantes de guerra sinalizando a chegada da hora de fazer outra coisa.
Os chifres de guerra eram um sinal de que Mors estava pronto para o início da missão de resgate.
NOTA: As esposas de lança não pretendiam criar discórdia a ponto de criar um conflito entre os aliados de Bolton; seus planos foram atrapalhados pelos Freys e Manderlys terem entrado em conflito e ordenados a sair em busca de Stannis.
Além disso, o motivo pelo qual Theon só foi abduzido depois que os berrantes foram tocados foi para minimizar o risco de seu envolvimento. Já mostrei que Mance mentiu deliberadamente para Theon sobre quem estava fora dos muros de Winterfell, corroborando fortemente sua desconfiança.

O Homem Encapuzado e o Interrogatório

Uma coisa é Mors dizer a Mance que ele está pronto. Ele também precisa saber se Mance está pronto para realmente realizar o resgate. Afinal, sem qualquer comunicação entre eles, Mors poderia ficar tocando aquelas buzinas indefinidamente e sem efeito algum.
Então, como Mance fala com Mors?
Isso se conecta a um evento que permanece inexplicável: o encontro infame de Theon com o “homem encapuzado”.
Não é interessante que este homem pareça ter aparecido pela primeira vez justo na noite anterior ao som dos chifres de guerra?
Explorar totalmente a identidade do Homem Encapuzado é um assunto que requer um olhar mais aprofundado sobre as coisas. Dar a você uma explicação completa e convincente de quem eu penso que é, e por quê , é o assunto do próximo ensaio no Manifesto, The Hooded Man Uncloaked .
[...]

IMPLICAÇÕES

Existe um enigma que deve ser refletido:
Se as esposas de lança estiveram em Winterfell o tempo todo, por que eles só começaram os assassinatos três dias antes da tentativa de resgate?
Em outras palavras, por que elas só começaram a matar pessoas naquele momento? Elas planejavam fazer isso indefinidamente até que Mors desse o sinal?
Isso leva à pergunta muito importante:
Houve um sinal para as esposas de lança começarem seus assassinatos? Ele veio de Mors?
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2019.09.07 13:54 TaoQingHsu (Capítulo 4) Uma breve conversa sobre a Escritura de quarenta e dois capítulos dita por Buda

Co-tradutores no tempo da dinastia Han Oriental, China (25 a 200 dC): Kasyapa Matanga e Zhu Falan (que traduziu a dita Escritura do sânscrito para o chinês).
Tradutor nos tempos modernos (D.2018: Tao Qing Hsu (que traduziu a dita Escritura do chinês para o inglês).
Professor e escritor por explicar a dita Escritura: Tao Qing Hsu
Capítulo 4: Entenda a bondade e o mal ao mesmo tempo
O Buda disse: “Para os seres sencientes, há dez coisas como bondade e dez coisas como mal. Quais são as dez coisas? Três pertencem ao corpo, quatro à boca e três à mente. Matar, roubar e sexo maligno pertencem ao corpo. Duas línguas, fala maliciosa, mentira e fala frívola pertencem à boca. Inveja, ódio e paixão pertencem à mente. Tais dez coisas são nomeadas como dez más ações quando não seguem o caminho sagrado. Se tais males são parados, eles são nomeados como dez atos virtuosos ”.
Como um humano com o corpo físico e mental, podemos fazer o mal e podemos fazer o bem. Não importa o mal ou a coisa boa, podemos escolher o que queremos fazer. O que escolhemos é a causa básica para afetar o resultado da nossa vida.
O Espírito invisível com maior sabedoria e virtude é chamado Espírito luminoso, que existe de fato em nossa vida cotidiana, estando ao lado ou atrás de cada um, para registrar a boa ação ou má ação de cada um. Não importa se somos um rei ou um mendigo, o brilhante Espírito está sempre conosco.
Infelizmente, a maioria das pessoas não acredita nisso, e algumas delas ignorantemente fazem o mal sem vergonha. Eu conto uma história para você. Fico profundamente comovido com essa história quando aprendi o Buda por mais de três anos.
Há um Bhikkhu que se move com a prática das escrituras ao longo da beira da piscina de lótus na floresta. Ele cheira o aroma de lótus, se sente alegre e gosta muito. O Espírito de Lótus diz a ele: “Por que você abandona o assento com Zen limpo sob a floresta, mas rouba o aroma do meu lótus? Todo o aborrecimento é levantado por causa da fixação do aroma ”.
Então, o Bhikkhu vê um homem que entra na poça de lótus, pega muitos lótus e deixa a poça de lótus depois de pisotear. O Espírito de Lótus permanece em silêncio sem falar.
O Bhikkhu diz: “Essa pessoa estragou sua piscina de lótus e pega suas flores. Você não diz nada. Eu apenas ando ao lado da piscina e repreendo por você para dizer que roubei seu aroma. ”
O Espírito de Lótus diz: “A pessoa má do mundo está freqüentemente nas porcarias do pecado, sem limpeza e sem cérebro. Eu não falo com ele. Você é uma boa pessoa com a prática do Zen. No entanto, você quebrou a sua coisa boa por causa da fixação do aroma. É por isso que eu te repreendo. Tal como uma coisa preta suja em um pano branco limpo, as pessoas iriam ver isso. A pessoa má é como a tinta preta borrifada em roupas pretas, as pessoas não podem vê-la e quem perguntaria? ”
Esta história nos avisa que é uma coisa boa e feliz que alguém nos lembre sobre nossa deficiência. Somente quando alguém se preocupa conosco, gastaria seu tempo e energia para nos criticar.
Há muitas pessoas que são ateus. Mesmo que eles sejam ateus, isso não significa que eles fariam o mal. Infelizmente, algumas das pessoas ateus fizeram as coisas más, mas não pensam que fazem as coisas más, como intimidar os outros. O Espírito brilhante diria a eles que não fizessem as coisas más? Como sabemos da história acima mencionada, não seria. Mas eu te digo um segredo. De muitas maneiras, como o budismo, o Espírito brilhante ensinou as pessoas a não fazerem as coisas más. Infelizmente, algumas pessoas ainda não acreditam nisso.
Há um ditado que diz: “Abaixe a faca do açougueiro e fique em pé no chão para se tornar o Buda”. É aconselhar as pessoas a não fazer a matança e não coletar o mau carma. Uma vez descartada a mente de matar, a mente seria transformada para ser o coração de Buda imediatamente.
Eu te conto uma história sobre roubar. Essa história me impressionou e me emocionou muito.
Havia um monge budista que era muito pobre e vivia em um pequeno templo em uma montanha. À meia-noite, um dia, um ladrão entrou sorrateiramente neste templo, olhou em volta por toda parte e não encontrou valor algum. Finalmente, ele teve que roubar as roupas do monge budista e pensou em vendê-lo para conseguir algum dinheiro. Quando ele se preparou para sair, ele correu para o monge budista.
O monge budista viu suas roupas na mão do ladrão. O monge budista sabia que essa pessoa era um ladrão, e ele poderia se tornar um ladrão por causa de algumas dificuldades na vida. Então ele não o repreendeu. Pelo contrário, ele disse ao ladrão que está disposto a dar-lhe as roupas e disse-lhe que não roubou suas roupas porque as roupas foram dadas pelo monge budista.
O ladrão ficou muito comovido e sentiu vergonha. O monge budista olhou para o ladrão de volta para sair. Então, o monge budista olhou para a lua cheia e disse: "Eu realmente esperava dar a lua brilhante para ele ao mesmo tempo."
Depois de alguns meses, o ladrão chegou ao templo e se ajoelhou diante do rosto do monge budista, para se arrepender de sua falta, para pedir perdão ao monge budista e para pedir que o monge budista o recrutasse como discípulo. O monge budista sentiu sua sinceridade e finalmente aceitou seu arrependimento e concordou em aceitá-lo como seu discípulo.
O sexo do mal está envolvido em lascívia, atos sexuais incomuns, assédio sexual, abuso sexual e violência sexual. Estendendo o significado do sexo do mal está incluído o amor homossexual e o relacionamento sexual fora do marido e da mulher.
O amor homossexual já existe desde a antiguidade. No artigo chinês, nos tempos antigos, isso já foi mencionado. Nos tempos modernos, o amor homossexual é sempre a questão social controversa. Segundo meu conhecimento da escritura de Buda, o Buda não concorda com o amor homossexual. Não importa se somos o amor homossexual ou não, que não se entregam ao amor e o desejo é a coisa certa.
Nos pontos de vista do budismo, depois de morrer fazendo o sexo do mal, a retribuição de fazer o sexo do mal está no caminho dos animais, como ser o pássaro, porco, camelo ou burro, não no caminho humano. Significa que os animais são tolos e ignorantes, e teriam raras chances de ouvir o ensinamento de Buda.
“Duas línguas” significa que alguém instiga algo de propósito a fim de alienar e estragar a relação de harmonia de duas pessoas ou de um grupo com a observação viciosa, e assim causa a desconfiança mútua ou a falta de paz de um grupo.
“Fala maliciosa” existe em nossa vida cotidiana, como intimidar os outros por palavras ou amaldiçoar pessoas, o que podemos encontrar na comunidade da Internet ou na resposta às notícias ou artigos na Internet. Também podemos encontrar algum discurso malicioso em jornais ou em algum post no Youtube, que está em posição específica, especialmente, em consciência política ou propósito político. No país da liberdade de expressão, qualquer discurso malicioso é tolerado, mesmo que não seja como fala maliciosa.
Por que as pessoas têm o discurso malicioso? Se pensarmos profundamente, podemos descobrir que aqueles que têm a fala maliciosa são a pessoa ignorante e o medo próprio em mente. De fato, eles são lamentáveis e tolos. Mas, pensamos em como os ajudamos a não fazer algo tão estúpido? Você sabe? Alguns deles estão na alta educação e posição e seu discurso malicioso é muito "elegante" e parece muito "razoável". Que pena é que muitas pessoas que estão no ensino superior e posição também são persuadidos pelo discurso malicioso . Esse tipo de dano e desastre para o mundo todo está mais além do valentão pessoal.
Você sabe que os males voltariam aos malfeitores.
No capítulo 7 desta escritura: o Buda disse: “Alguém ouviu que eu obedeço ao Tao e aplico a grande benevolência para repreender o Buda. O Buda mantém silêncio, não responde a ele, enquanto a repreensão para, e pergunta: se você traz um presente para alguém, quem não o aceita, o presente volta para você? ”Um discípulo responde:“ Seria O Buda disse: Hoje você me repreende, eu não aceito isso. Você tem desastres sozinho para deixá-los voltar para você! Tal como um eco responde a um som, uma sombra segue uma forma, é finalmente incapaz de ser evitada e abandonada. Seja cauteloso em não fazer os males.
Você sabe, o que me surpreende é que aqueles que contam uma mentira têm o ensino superior e a posição, e seu motivo é proteger sua própria vantagem pessoal na vida e na posição. Às vezes, podemos descobrir que essas pessoas que mentem não são diferentes das pessoas que mentem. E nós também descobrimos que essas pessoas geralmente caem mal do topo de sua boa vida e boa carreira.
De acordo com a pesquisa para o caráter do líder global desde os tempos antigos até os tempos modernos, a honestidade e não mentir é uma das qualidades de um bom líder. No negócio, podemos descobrir que a qualidade do chefe ou líder bilionário é a honestidade. Se eles se atreverem a enganar o cliente ou consumidor, como seria possível que eles fossem o bilionário? Assim, o pensamento e nossa atitude decidiriam se somos ricos ou pobres.
Qual é o significado do discurso frívolo? Principalmente, significa que alguém fala de algo sem usar seu cérebro e o conteúdo falado não é uma vantagem para a vida das pessoas. Além disso, também significa que alguém usa palavras doces ou retórica para enganar ou atrair pessoas para alcançar seu propósito ou vantagem pessoal.
Você sabe, a maioria das pessoas iria encontrar o discurso frívolo pelo menos uma vez em toda a vida. As pessoas de sorte sairiam sem nenhum dano. No entanto, muitas pessoas podem ser prejudicadas no corpo físico ou mental, ou a perda de riqueza.
Então, podemos ter uma pergunta. Por que essas pessoas querem fazer o discurso frívolo? Relaciona-se também com os seguintes três atos malignos e com a mente gananciosa. Se as pessoas são devido à mente de inveja ou ódio, eles podem usar o discurso frívolo para destruir a contraparte. Se as pessoas são devido à mente de paixão ou ganancioso, eles podem usar o discurso frívolo para alcançar seu propósito pessoal ou vantagem.
Agora, para pensar sobre isso, somos as pessoas que fazem o discurso frívolo ou as pessoas que são prejudicadas pelo discurso frívolo? Você sabe, não importa qual nós somos, é lamentável. Mas, se nós somos as pessoas que são prejudicadas pelo discurso frívolo, sejamos fortes de coração agora, e perdoemos as pessoas miseráveis ao máximo que pudermos.
Como o supracitado, a mente de inveja, ódio e paixão, causaria o dano ao povo. E finalmente o desastre voltaria a si mesmo. Sobre a mente da inveja, a história da Branca de Neve me impressionou.
Se tais dez males são interrompidos, eles são nomeados como dez atos virtuosos. No budismo, fazer os dez males coletaria o carma maligno e seguiria o caminho do inferno, do fantasma faminto e do animal após a morte. Parar de fazer os dez males coletaria o bom carma e iria para o céu depois de morrer. Como sabemos, há a retribuição na vida atual. É claro que há boa recompensa na vida presente se coletarmos o bom karma. Inglês: (Chapter 4) A Brief Talk about The Scripture of Forty-Two Chapters Said by Buddha
https://po-bvlwu.blogspot.com/2018/10/capitulo-4-uma-breve-conversa-sobre.html
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2019.05.06 10:17 The-Old-Onee Meu primeiro relacionamento

A história do meu primeiro relacionamento foi algo que me marcou por um bom tempo. Até hoje, talvez.
Essa história pode não interessar muitas pessoas, mas aos que se interessarem, sejam bem vindos.
Tudo começou aos 6 anos de idade. Por isso, não esperem bastante maturidade vinda de mim. Na época em questão, eu havia acabado de me mudar com a minha família, e tinha entrado em uma escola pública. Foi nessa escola que encontrei a garota que viria a gostar.
Eu sempre vi muitas garotas bonitas em minha vida, mas nunca prestei muita atenção nelas, entretanto, algo me chamou atenção nessa garota. A propósito, pensei que poderia ser a sua beleza, mas isso não faria sentido por conta do fato anterior.
Sem nem mesmo conhecer um pingo de sua personalidade, eu acabei tendo a segunda paixão da minha vida, mais forte que a primeira.
Primeiramente, devo admitir que eu ficava muito sem jeito perto dela. Por isso, me impressionei comigo mesmo sobre como consegui pedir o seu telefone. As conversas eram inocentes, foçadas no meu herói de infância: Sonic.
Por favor, não ria.
Tive a sorte de descobrir que ela também era fã do Sonic, e isso unia as nossas conversas. Sem contar as minhas piadas sem-graça que sempre arrancavam um riso dela.
Depois de um tempo, as conversas terminaram. Não pude ligar para ela por um tempo, e logo perdi o seu número de telefone. Tímido, com vergonha de pedir novamente seu numero, aquela foi a última vez que eu conversei com ela no Ensino Fundamental.
Da segunda até a quarta série, eu estive gostando dela. Observando-a de canto, escrevendo seu nome em minhas coisas, imaginando um futuro promissor, até mesmo sendo motivado a ir para a escola simplesmente para ver o seu rosto. Uma criança apaixonada.
E com um óbvio mas bem escondido ciúmes quando rumores (falsos, no caso) de que ela namorava com o garoto mais inteligente da sala, começaram a surgir.
Eu, parabenizei ela por isso, mas amaldiçoei o garoto milhares de vezes, por dentro.
É uma das últimas vezes que lembro de ter dito algo para ela.
Quando passei para a quinta série, a escola escolheu uma nova escola da qual frequentaríamos, pois não tinha recursos para ter uma quinta série e além.
Fomos para a mesma escola.
Mas nada mudou, ficamos em salas diferentes. Nenhum dos meus amigos estavam ali, e para piorar, pelo meu jeito, passei a sofrer ofensas por outros colegas, das quais nunca me fizeram bem.
Ali, minha autoestima desmoronou completamente.
Eu sempre via ela algumas vezes, andando pelo pátio com os amigos, e talvez uma coisa que nunca cessou, foi minha paixão por ela.
Me lembro de um dia estar num evento de Festa Junina na escola. Cheguei cedo com a minha mãe, sentei em um banco no meio da praça, e ela sentou um pouco à frente. Queria falar com ela, mas nunca soube como começar.
Quando notei, ela se juntou com seus amigos, a conversa nunca aconteceu. Mas teria mudado algo afinal?
No meio daquele ano, eu me mudei mais uma vez. Dessa vez, fui para longe. Agradeci, nunca mais iria ver os retardados dos meus colegas, e como minhas notas eram baixas, não tinha o que perder.
Um dia, então, bem longe dela, passei a usar o Facebook. E por coincidência, encontrei o Facebook dela. Adicionei, e foi ali que a magia passou à acontecer.
Inicialmente, não me lembro de como ocorreu a primeira conversa, mas devo ter me apresentado, para ver se ela se lembraria de mim. Uma coisa que memorizo, entretanto, eram as sensações estranhas na minha barriga.
Eu devia ter o que? 9 ou 10 anos?
Fomos conversando, até chegar o dia da qual disse para ela como me sentia. Praticamente, disse que gostava dela. Nosso relacionamento nunca piorou, mas também não melhorou.
(Ps: uma das coisas que devo ressaltar, é que eu basicamente tinha medo da forma que ela reagiria. Por isso, nunca me declarei pessoalmente. Maldita covardia!)
Eu tentava sempre agir como um bom amigo. Tentava dar conselhos - me colocando no lugar dela - sempre tentava diverti-lá, no caso, sempre tentando encontrar um jeito de conquistar ela, até o dia que ela também passasse a gostar de mim.
Eu tentei ser o cara perfeito. Se eu consegui? Eu não faço a mínima ideia.
O tempo passou, e ela passou a ficar com outras pessoas. Quando ela ficava mal, eu sempre tentava animar ela. O ciúmes não era algo tão presente, pois no caso, eu só ficava interessado no bem-estar dela. Seus namorados eram um detalhe que eu procurava esquecer.
Enfim, um dia, o meu ciúmes me levou à entrar em discussão com um de seus amigos íntimos. Com esforço, eu consegui quebrar o relacionamento deles (isso soou tão mal).
A propósito, no início, ela falou que não terminaria com ele. Por isso, me senti inútil, e me afastei por um tempo. Bem decepcionado.
Quando voltei, ela havia me agradecido por ter ajudado a tirar o cara da vida dela. Nunca soube o porque, ela nunca me disse.
Enfim, nos reaproximamos, é nosso relacionamento evoluiu um pouco. Não tanto quanto eu gostaria.
Então, eu cometi um erro. Um grande, enorme, e fodido erro.
Basicamente, minha pessoa se cansou de ser o amigo consolador, e passou a ser mais impaciente com a situação. Então.. eu, com o meu jeito covarde de ser, chamei a própria pessoa que eu gostava, de oferecida.
O pior, foi em um post público. Com a clara intenção de humilhar.
Entramos obviamente em discussão, uma briga que nos afastou por um ano inteiro. Talvez, o melhor teria sido apenas conversar com ela e dizer o que sentia. Mas fui imaturo e inconsequente (sei que é praticamente a mesma coisa).
Depois que um ano se passou, eu tentei me reaproximar. Mas como dizem, um relacionamento é como uma folha de papel. As brigas amassam esse papel, e independente do que faça, ele nunca retornara ao que era antes.
Ela estava brava, brava com alguns amigos também, e eu acabei chegando nela situação. Basicamente, eu apenas tentei me desculpar.
Não me lembro, a propósito, se eu consegui. Mas depois de um tempo, acabei me afastando novamente.
Quando ganhei o meu primeiro celular, eu instalei o WhatsApp, e como não tinha muitos Contatos, pensei em adicionar algumas pessoas.
Eu já tinha ela como amiga, então pensei, porque não?
Aqui chegamos no terceiro e último arco dessa historia.
Pedi o seu número, e foi incrível como nossa relação prosseguiu x 0. Eu continuava sendo o mesmo amigo consolador, mas dessa vez, ainda mais apaixonado.
Consolei, ajudei, aconselhei, fiz tudo para ver ela feliz. Por mais que eu fosse um idiota completo, ainda tinha a felicidade dela como prioridade. Mesmo após anos.
Algo que devo citar, è ela dizer que na verdade sempre me amou, e na ocasião, namorou com outros caras simplesmente para me esquecer.
Eu não acho que precise afirmar que sempre estranhei aquela história, certo? Afinal, anos atrás, a mesma me trocou por outro cara.
Voltando ao assunto..
Foi então, que tendo ainda mais impaciência, eu falei o que queria falar há bastante tempo.
Por favor, porra, fica comigo?
(Ps: sim, foi virtual) (Ps2: não foi com essas palavras, obviamente) (Ps3: essa não è a sigla para PlayStation 3)
Ela aceitou, ótimo, não?
Os primeiros dias sendo seu namorado, mesmo que virtual, foram realmente maravilhosos. Acordar, e receber um bom-dia da pessoa que ama. Áudios, dizendo coisas carinhosas.. cada ação que te conquistava...
Os seis anos correndo atrás daquela garota valeram a pena naquele momento.
Obviamente, meu ciúmes aumentou. Quando ela falou que seu ex havia pedido uma foto dela para colocar como uma capa no perfil, eu não aguentei. Simplesmente dei um xilique.
O ciúmes realmente não è uma coisa saudável em situação alguma. Que sensação terrível..
Um mês depois, eu cometi outro grande erro.
Em um resumo, estávamos fazendo ciúmes um para o outro. Acontece que eu foi bem mais pesado, e não respondi ela por um tempo (1 hora).
Eu havia dito que estaria com outra garota, achei que a situação terminaria bem naquela noite. Vacilo meu.
Ela ficou completamente com ciúmes, não sei como a conversa seguiu, mas terminou com o fim do meu relacionamento com ela, e lágrimas silenciosas na noite.
Eu mesmo, terminei o relacionamento que demorei anos para construir.
Apesar de que o motivo do término foi outro. Basicamente, ela ainda gostava do ex, e eu, sabendo que não conseguiria dar para ela o que ela queria, libertei ela de mim.
Pode ter sido uma atitude meio corna. Mas sério? Eu nem sabia da existência dessa palavra.
Eu voltei a ser o amigo consolador. Mas agora, meu amor por ela começou a esfriar bem depressa.
Eu passei a evitar suas mensagens, responder apenas dias depois, fui me afastando sem notar.
Nesse tempo eu comecei a ficar mais quieto pessoalmente, motivos? Leia mais a frente.
Um dia, dando mais uma chance ao amor, eu tentei reatar com ela. Mas as palavras que me atingiram foram pior do que qualquer merda que eu possa imaginar.
“Eu te considero como um irmão”
Tipo... è sério isso?
Sim, è.
Como se eu sentisse que um buraco negro tivesse surgido no meu peito, um desespero tão grande, a sensação de rir de descrença enquanto chorava.
Era assim que as garotas dispensavam os caras agora?
Um simples não seria menos doloroso do que aquela resposta.
Eu sei que sou um completo babaca, fiz muita merda. Mas aquilo nunca tirou o meu direito de se sentir triste.
O resultado? Eu me afastei completamente dela.
O fim do meu relacionamento me trouxe uma resposta interessante: nada è como você pensa que vai ser.
Talvez, se essa história fosse um simulador de namoro, eu com certeza estaria vivendo o final ruim.
Se eu tivesse tido mais coragem no passado, e me declarado, talvez as coisas teriam sido diferente.
Quem sabe eu estivesse feliz hoje.
O foda disso tudo, foram os problemas familiares que por baixo sempre foderam com a minha mente.
Brigas o tempo todo, ameaça de divórcio, o xingamento pelos colegas, até mesmo ser traído pelo seu melhor amigo, essas coisas fodem com a cabeça de uma criança que nunca teve tantas dificuldades na vida.
(Apenas para avisar, éramos da classe baixa, graças ao meu pai, e ao meu bom Deus, conseguimos ir para a classe média. Mas desde lá de baixo eu já não sofria muito com isso)
Enfim, passaram-se os anos, ela começou a gostar de outras pessoas, e eu de outra pessoa. Um dia, entretanto, quando fui excluir meu facebook, eu encontrei nossas antigas conversas, que me acenderam uma pergunta:
Será que a culpa era minha?
De certa forma, sim. Minhas escolhas nos trouxe até aqui.
Por um bom tempo, eu vivi com aquilo na mente, até tomar coragem para enfim pedir desculpas.
Eu senti que precisava fazer aquilo para conseguir continuar vivendo em paz comigo mesmo.
Após anos, eu conversei com ela novamente. As respostas foram frias, diretas e mais cortantes do que Trimontina, mas eu aguentei.
A minha última conversa com ela, foi pedindo desculpa pelos meus erros. Se ela aceitou? Eu não sei.
Mas eu tentei. Mesmo que isso não viesse me trazer absolutamente nada de bom.
E esse è o final da minha história, sobre o final do meu primeiro relacionamento.
Aprendi com meus erros? Talvez, mas continuou um grande idiota que se esforça em aprender com as próprias merdas.
Mas agora digo isso para você, que está com vergonha de se declarar para seu amor secreto: simplesmente faça isso.
Se declarar pode ser algo difícil, pois você estará literalmente abrindo o seu coração sem a certeza de que será correspondido.
E quem saiba, esteja apenas se preocupando atoa, e tenha sim grandes chances,
Mas vai por mim.
Às vezes, è muito melhor receber um “não”, do que viver um futuro estruturado pela sua falta de coragem em dizer o que sente.
A vida è curta, mas o arrependimento è eterno. Por isso, apenas faça. Vá em frente, e se o garoto ou a garota apenas recusarem, não fique para baixo.
O mundo è feito de pessoas maravilhosas que podem te trazer a lua se você quiser. Basta você ter esperanças e nunca desistir do amor.
Enfim, aqui me despeço, e mais uma vez:
Não queiram viver o final ruim desse simulador de namoro que è a vida amorosa. Vá em frente, e corra atrás do que você quer.
Porque no final, aqueles que não desistem, sempre triunfam.
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2018.10.18 23:37 Mises137273 A Psicologia da Esquerda, Uma Análise.

Não é raro ouvir ou ler ou ter algum tipo de contato com a ideia de que uma coisa, uma pessoa, um pensamento, uma ideia, uma paixão, um ódio etc. não deveria existir. Na verdade, é bastante comum ouvir, mesmo que de brincadeira, no meio da juventude rebelde e revoltada, que os seres humanos são o problema do mundo, que os humanos “nem deveriam existir”. Esse tipo de pensamento também comumente é encontrado nas mesmas pessoas que creem que o mundo não vai subsistir porque as pessoas destroem tudo e todos, de forma que fazem-se campanhas de conscientização à causa ambiental, animal, etc., porque os humanos destroem o meio ambiente, maltratam os animais e outros humanos, portanto, retomando nossa primeira ideia, não deveriam existir, ou nós não deveríamos existir. Podemos analisar as pessoas com esses sentimentos profundamente negativos de forma psicológica ou espiritual, porque no final das contas o que nós somos de fato é a nossa consciência, o nosso “eu”, de acordo com o Ramchal. Bom, não existe nada nesta vida presentemente que não tenha um propósito para existir. Em outras palavras, tudo aquilo que existe, por mais que seja tido como completamente mal e bárbaro ou “inferior” (infelizmente pensa-se assim ainda), existe porque tem um propósito para existir, e nós humanos devemos ter a consciência que mesmo que pareça que detemos o controle de tudo, nós não controlamos em última instância absolutamente nada. E por que estamos falando sobre isso? Vamos tentar tratar da situação política no Brasil em 2018, e porque odiar o Bolsonaro é nada mais nada menos do que odiar o brasileiro comum, ou odiar a classe média tanta vista na Academia como um atraso para a humanidade, que as pessoas que creem que o Bolsonaro nem mesmo é gente, são as mesmas que no final das contas acham que os seres humanos são um câncer e nem mesmo deveriam existir; a não ser que algumas dessas pessoas concordem com a ideia de que somos um câncer, o direito de existir é retirado dos “inimigos políticos”. Imagine se tivessem dado uma facada e quase matado o Lula, qual seria o caos. Mas, enfim. Quando traçamos o ódio ao Bolsonaro até sua gênese, encontraremos uma insatisfação com a humanidade e em primeiro lugar um descontentamento com um dos pais, o qual gera um descontentamento consigo mesmo: sem entrar em muitos detalhes da psicologia disso tudo. Então a primeira raiva que se vai encontrar é uma raiva, um descontentamento, uma insatisfação consigo mesmo... isso comumente em meios radicais, comunistas e socialistas: uma dificuldade de se aceitar a si mesmo. No nosso contexto brasileiro, a pessoa, o homem mais comum é o Bolsonaro. O cara mais comum, aquele com quem você vai conversar no ônibus, vigiando o prédio em que você mora, um professor, um engenheiro, um chefe de repartição, um tio e muitas vezes é o seu próprio pai: aquele cara que normalmente os “rebeldes” odeiam, porque ele representa tudo aquilo que eles odeiam. Isso tudo funciona em forma de projeção, quando você nega o Bolsonaro você nega o que você tanto odeia e que é representado nele, que é encontrado no brasileiro comum com apreço à família, a Deus e todas as coisas normais e cotidianas abarcadas no brasileiro comum. Toda vez que se sofre ao ver o Bolsonaro, se sofre porque lembra-se no subconsciente ou inconsciente ou sei lá onde exatamente que na verdade não se gosta de si mesmo, não se aceita a si mesmo. Uma coisa que poderia ser tratada a esse respeito é como se entendem essas pessoas, e esse problema de autoestima, em palavras que poderia o Dostoiévski poderia ter dito ele mesmo; porque na verdade o ódio ao Bolsonaro, no fundo é um problema de autoestima. Verdadeiramente, odiar qualquer pessoa que seja é um problema de autoestima essencialmente.
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